Nem o carnaval este ano eu perdi, por conta do ostracismo da internação e do Tersol, que me baniram da folia de Momo.
Mas uma coisa eu não posso negar festa teve para dar e vender boas ou mais ou menos, muitas mesmo desde de novembro acho que teve quase uma por semana.
Mas sábado agora dia 20 de fevereiro foi o aniversário da minha tia Cleide.
Essa foi especial além do fato de ser uma pessoa que sempre fez parte do meu cotidiano sempre presente no meu passado e no agora, ela é irmã da minha mãe, e teve e tem um papel importante na minha formação como a outra irmã também a Nena, que a família toda tem um pouco de índio sabe todo mundo cuida de todo mundo.
Mas como todo índio tem um cacique pode-se dizer que ela é como cacique dessa família, e este bastão ela herdou da minha Avó . Então ela tem o poder de agrupar pessoas.
Fora isso ela chamou a família do meu Avô, que se tem um povo animado e alegre é esse.
Qualquer reunião com eles é motivo para muitos risos e muita animação. Uma gente realmente para cima, bom astral.
Alem disso, estava na lista de convidados o Dado, irmão mais novo, o Silvio da Dona Tereza um vizinho da casa da Girassol aqueles bons tempos de infância que voltaram tudo em uma festa só.
E lá cercado de gente que fez e faz meus dias muito mais alegres sempre com cheiro e sabor de festa eu percebi: “festejar a vida só vale se ela foi vivida.”
E cada uma daquelas pessoas montou colcha de retalhos lindos e belos de uma bela infância.
Nenhum comentário:
Postar um comentário